11 de jun. de 2011

Fica a Dica: Agatha Christie

Eu gosto muito de ler, gosto muito de ler romances, gosto muito de ler histórias policiais, por isso eu gosto muito (muito mesmo) de ler Agatha Christie, ela é conhecida justamente por escrever romances policiais e escreve como ninguém. Eu sou meio suspeita para falar dela, já que sou completamente fã e não vejo nenhum lado ruim em seus livros, mas vou tentar fazer uma crítica sobre seus livros e seu modo de escrever. Espero não me sair tão mal, mas na escola fiz uma prova de crítica e o meu alvo oi quem? O detetive Parker Pyne, dela, e eu tirei nota máximo (eba õ/), então sei que pelo menos o que vou falar desse livro pode estar um pouco certo, ou bem escrito, rs.
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Agatha Mary Clarisse Mallowan é uma escritora britânica que nasceu em 1890, que tem mais de oitenta livros publicados e mais de 4 bilhões de cópias vendidas em diversas línguas (para ter uma noção, os únicos livros com mais vendas que os dela são a bíblia e as obras de Shakespeare). Ao decorrer de sua vida, Agatha também passou por uma situação digna de livros policiais, quando desapareceu após ‘trocada’ por seu marido, Archibald. Ela desapareceu no dia 4/12 e só foi encontrada em 19/12, e foi a primeira pessoa a ser procurada por aviões na Inglaterra. Várias teorias foram criadas sobre o desaparecimento dela (até que ela tinha fugido e deixado as evidências para que pensassem que Archie a havia assassinado, por vingança!) mas nenhuma confirmada, ela apenas disse ter sofrido de perda de memória.
Dentre suas diversas criações, a que mais se destacou foi o detetive Hercule Poirot, que aparece em quase todos os seus livros e desvenda os crimes mais geniais de maneiras mais incríveis ainda. Poirot tem atitude forte, e segue sempre as suas intuições, busca homicídios aonde já são comprovados suicídios e tem um ótimo dom. Hercule é um personagem tão importante que chega a ser comparado (diversas vezes) com o Sherlock Holmes, um dos detetives mais famosos das histórias fictícias.
Outra criação dela é o Parker Pyne, que chega a ter um livro com diversos casos só dele, intitulado O Detetive Parker Pyne (que eu falei no cabeçalho desse post, lembram?). No livro, Parker se vê aposentado com um escritório particular e anúncios em jornais, seus clientes – em buscas de aventuras e fugas da monotoniedade da vida ao invés de investigações, como de prache nos livros de Agatha – são atraídos pelos mesmos, e caem em armadilhas satisfatórias criadas por Pyne e seus ajudantes, que criam situações que fazem os interessados se sentirem em filmes ou livros. No último caso, porém, Agatha se rendeu às suas origens e pôs um assassinato, que desta vez serviu para satisfazer o detetive, e não seus clientes. Esse livro é um ótimo livro para começar a leitura pelos diversos publicados por ela por possuir capítulos independentes, o que torna a leitura mais leve, já que normalmente os livros dela são grandes e precisam de uma leitura com atenção para o melhor entendimento (muitas palavras difíceis, rs). Para os interessados, O Detetive Parke Pyne em português é uma publicação da Editora Nova Fronteira e é o 4 volume da Coleção Agatha Christie.
Essa coleção possui 52 volumes (e eu só tenho 48, mimi*), outra coleção da mesma editora é a Pequena Coleção Agatha Christie, que contém 6 romances escritos por ela sobre o pseudônimo de Mary Westmacott, os volumes são: A Carga, O Conflito, O retrato, O gigante, A ausência e A filha.
Vale muito a pena ler t-o-d-o-s os livros dela, e, se você achar um lugar que venda ao vivo, você pode escolher apenas um pelos prólogos que ela coloca na primeira página e pelos resumos que ficam nas orelhas, que já te prendem com apenas poucas linhas!
Eu tenho um tumblr só para citações, trechos e frases dela, está desativado no momento, mas pode voltar a qualquer segundo, aos interessados o link é agathasays.

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